Como Imigrar aos Estados Unidos com Investimento de US$ 500.000,00 a US$ 1.000.000,00

CONHEÇA O NOVO MODELO DE INVESTIMENTO DISPONÍVEL PARA OS BRASILEIROS QUE VIABILIZOU A OBTENÇÃO DO GREENCARD (COM VISTO DE INVESTIDOR – EB-5.

Por Mauricio Ejchel

Ok, quero imigrar para os Estados Unidos com o Visto EB-5  de negócios e investimentos e obter um GreenCard.

Já sei que terei de investir de US$ 500,000 a US$ 1,000,000, gerar 10 empregos e manter o valor investido ao menos por 02 anos em um negócios, seja em uma empresa própria ou de terceiros. 

Mas como qualquer outra pessoa tenho dúvidas e receio de perder meu dinheiro. O que fazer?

A resposta é compreender o “espirito” do que o Governo Americano exige para este Visto EB-5:

  • O objetivo primordial do Governo Americano não é que você transfira seu dinheiro para lá, mas que GERE EMPREGOS para Americanos. 
  • Na realidade ainda existem outras 08 ou 09 condições que terão de ser cumpridas, como por exemplo provar a origem do dinheiro, apresentar certidões diversas, declarações de renda, o preenchimento de diversos formulários e Apresentar um Plano de Negócios (Business Plan – BP).
  • Sim, Plano de Negócios pois se trata de um visto de investimentos, que te impõe realizar um empreendimento comercial. (individual ou participando de um empreendimento maior como um quotista).
  • Muito trabalho e Muito Risco Financeiro.

Até 2015, quando meus clientes me contratavam para estruturar um Projeto EB-5 eu reunia a equipe clássica – advogado de imigração americano + contador americano + consultoria de negócios nos Estados Unidos + advogado no Brasil. Vejam os custos:

Despesas:

1 – Advogado (US$ 10,000)

2 –  Contador (US$ 700,00 + US$ 150,00 mensais)

3 – Consultoria de Negócios para dar base ao Investimento  (entre US$ 20,000 a US$ 45,000)

4 – Elaboração do Business Plan do Negócio para submter com o Pedido de Visto EB-5. (formulados consulares, etc.)

5 – Despesas financeiras e bancárias (US$ 3,500 a US$ 5,000).

6 – Incorporação da empresa (US$ 250,00) 

7 – Saída definitiva fiscal do Brasil. (US$ 4,000.00)

Importante ressaltar que o visto EB-5 é absolutamente viável, positivo e adequado para a muitos brasileiros e SIM, resulta em um precioso GreenCard.

Em 2016 fui procurado por uma empresa americana chamada First Pathaway que me apresentou uma outra fórmula para realizar o Projeto do EB-5, através de uma participação em um Grande Projeto de Construção, principalmente de Hotéis, Edifícios Comerciais e Residenciais.

A First Pathaway  é uma empresa com mais de 30 anos e tem sua sede em Milwaukee (Winsconsin) e que, na minha visão, elaborou um produto perfeito para auxiliar a obtenção do Visto EB-5, resolvendo os principais problemas, risco financeiro, gestão comercial e geração dos empregos.

Veja como funciona:

O FirstPathway Partners seleciona alguns Empreendimentos Comerciais nos Estados Unidos e avalia cuidadosamente os projetos de adequação para atender aos requisitos do EB-5.

Os Projetos (ver link) são Construções de Hoteis (Marriot, Hampton´s Inn) e Edificios Comerciais e Residenciais.

E porque obras civis e construções de hotéis?

Justamente para atender a exigência de criação dos 10 empregos em até 02 anos. Os funcionarios da obra são utilizados para suprir esta obrigação e garantir o GreenCard.

Também não se trata de um negócio tipicamente de risco, como uma Franquia, por exemplo.

É importante observar que a empresa é extremamente conservadores tanto com dinheiro como o andamento da obra, já fazem este trabalho há muitos anos e são comprovadamente os melhores do ramo.

O foco desta empresa nas ultimas décadas foi atender imigrantes Chineses.

Senti confiança, um primeiro cliente contratou, manteve o dinheiro controlado (diariamente), conseguiu o GreenCard e levantou o investimento após os 2 anos. Não recebeu juros.

Recomendo. Esse senhor abaixo é o CEO e vale checar o “Curriculo” dele.

BOB W. KRAFT – PRESIDENTE
IIUSA’s 



ASSOCIADO A:

https://www.firstpathway.com/

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Expats working in Brazil

EXPATS WORKING IN BRAZIL - 2018 LAW OVERVIEW

The remarkable growth of the Brazilian economy in the recent years attracted the attention of large numbers of non-Brazilians to work in Brazil.

According to statistics of the Ministry of Justice (2014) there was a 57% growth in the number of foreign workers in the years 2014 to 2017 accumulated, reaching a total of 1.51 million in comparison to December of 2013.

It should be noted at this juncture, the increase in the flow of immigrants from other countries of South America, as Bolivians, Peruvians and Paraguayans, mostly without a college degree and who saw an opportunity to improve their living conditions in Brazil.

But it is important to express that the same legislation applied to such immigrants is also valid for expats, multinational employees, executives, others.

When working in the country, the foreigner shall have the same labor rights of an employee native of Brazil, as 13th salary, vacation, Social Security rights, among others. Also worth mentioning the standard journey of eight hours per day or 40 per week, with one day off, preferably on Sundays.

There are numerous decisions by the Labor Court, in which foreigners claim the recognition of rights under the employment relationship, but it is not unanimous.

The Third Chamber of the Superior Labor Court ruled that the Brazilian Labor Court has jurisdiction over the action of an Argentine engineer who worked for years concomitantly in Brazil and Argentina. Dismissed after 23 years working as a contractor in a company on the area of telecommunications with subsidiaries in Brazil, the engineer asked for recognition of employment and the several rights arising from this type of labor contract. But he had this requests denied at the first and second instances.

Another case, judged by the Sixth Class of TST in September 2006, opened an important precedent. A Paraguayan illegally working in Brazil, won the right to be recognized as a formal employee after exercising the function of electrician for 17 years in a local small company. The rapporteur Minister Horacio de Senna Pires, granted the worker’s appeal based on constitutional principles and the Mercosul Protocol of Cooperation, which provides equal treatment among those born in countries that have signed the pact (Argentina, Brazil, Paraguay and Uruguay), in their respective territories. Article 3 of the Protocol provides that “citizens and permanent residents of one of the States Parties shall enjoy the same conditions of citizens and permanent residents of another State Party, as well to free access to the Courts in the jurisdiction of that State for the protection of their rights and interests”.

1 – Legal requirements to work in Brazil

As in any country there are legal requirements for non-Brazilians work in Brazil and it could not be different.

It was Law No. 6.815/80, regulated by Decree No. 86.715/81 that defined the legal status of these workers in the country and created the National Immigration Council (CNI) -Organ of the Ministry of Labor and Employment responsible, among other elements, for the formulation of immigration policy and coordination of the work activities in the country.

The CNI establishes and directs the granting of work permits for foreigners who intend to stay provisionally or permanently.The Ministry of Foreign Affairs issues a consular authorization to be registered in the passport – a “visa”, allowing the worker to enter, work and remain in the country.

The visa (temporary or permanent) is the first obligation to be observed by those who enter in the country on a cultural vacation, business, as an artist, athlete, student, scientist, radio correspondent, newspaper, television or agency foreign news, among others. By the other hand, the permanent visa is specifically granted for those who wish to permanently reside and work regularly in Brazil.

Since 2006 there was an increase in the number of work permits issued for foreign workers. This is due (according to Paulo Sergio Almeida, former general coordinator of Immigration at the Ministry of Labour and Employment) to the increment of investments in Brazil, mainly in the sectors of industry, oil, gas and energy.

“There is crescent demand for the coming of professionals specialized in supervision and implementation of the most sensitive performances in the deployment of equipment and technology transfer,” Almeida said in an article published on the website of the MTE.

However, this specialized professional are required to prove their qualification and / or experience, which should be done at the Ministry of Labor and Employment, through the presentation of diplomas, certificates or declarations provided by educational institutions.

A new criteria for the authorization of these professionals work with temporary visas were established by Resolution No. 64 of 09.13.2005 of the National Immigration Council. According to this resolution, to demonstrate the qualifications or experience the candidate will needs to demonstrate experience of a 2 (two) years alternately in the performance of mid-level profession, with minimum education of nine years or one year experience in the exercise of high level profession.

2 – Liability over underpaid work

São Paulo Labor Court has dismissed a civil suit filed by the Public Ministry of Labor (MPT) against exploitation of workers via underpaid salaries. A prime example was the action filed by MPT São Paulo in February 2012 against a large retail store for exploiting workers – mostly.

This was the first civil suit on “slave labor” involving foreigners in urban facilities in Brazil. The SP-MPT requested, the Labor Court of São Paulo to advance relief (immediate suspension of this practice), plus punitive damages to the collective of workers worth £ 5 million, to be reverted to the Fund of Workers Assistance (FAT). By the present time the civil action was not dismissed.

A BBC special program reported the situation of a group of 25 foreigners working in the factory of a giant commodities producer in the Federal District, who worked in the poultry slaughter by halal method that were living in poor conditions of accommodation in company. The MPT and the Ministry of Labor conducted inspections to investigate those allegations of mistreatment. But the case of this factory repeats in several other Brazilian States.

Another unit of this giant commodities producer, located in the municipality of Parana State was processed by the Ministry of Labor of Parana through civil action in the Labor Court which granted an injunction banning the work of 30 Muslims working as outsourced manpower to perform halal slaughter.

According to prosecutors, outsourcing – as made by the Group of Halal Slaughter – is irregular because the slaughter of animals is the core activity of the company.

Finally, companies interested in using non-Brazilian in the execution of its activities in Brazil should seek detailed information about the local legislation in order to properly calculate the costs, taxes and other rights incident over wage as per the Brazilian Labor Law.

When effectively qualified to attend to the cause in question, this is the professionals who will be best able to guide and administer legal issues in their locality.

You can hire a skilled Brazilian lawyer by searching the following Associations:

1. Brazil – Latin Lawyer

2. Best Lawyers in Brazil

3. HG.org

4. Chambers and Partners

You can also contact directly the following reliable lawyers in Brazil:

1. Cliford Chance

2. Pinheiro Neto

3. White & Case 

4. MF Ejchel

5. International Lawyer Brazil

In case of any doubt or assistance, please contact us.

Thank you,

Maurício Ejchel

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DIREITO DE FAMILIA INTERNACIONAL

A área do Direito de Familia Internacional tem ocupado grande relevância no Brasil em razão da vigorosa imigração de brasileiros ao exterior, que se casam e tem filhos com estrangeiros de todas as origens.

Como é sabido, os Casamentos de brasileiros celebrados no exterior precisam necessariamente ser registrados ou transcritos no Brasil.

Esta medida é muito relevante para assegurar direitos e deveres decorrentes da união, em especial, relativos a filhos, propriedades e bens hereditários.

O casamento realizado no exterior deve ser transcrito no Brasil, o que pode ser executado tanto em Tabelionatos no Município em que o brasileiro residia anteriormente, ou ainda perante o Cartório do 1° Ofício do Distrito Federal.

De igual forma ao casamento, o Divórcio de estrangeiro também deverá ser necessariamente registrado, podendo ainda ser executado no Brasil.

Porém, o procedimento de Divórcio Internacional é significativamente mais complexo do que o Casamento para ser validado, pois dependerá do local de sua execução, da presença ou não de filhos menores, da existência de bens a partilhar, pensão alimentar e, principalmente, se o Divórcio será consensual ou litigioso.

Em cada uma das formas de Divórcio o procedimento a ser seguido será diferente, podendo demandar a necessidade de homologação da sentença de divórcio no STJ, a tradução juramentada e o apostilamento de uma série de documentos, registros consulares, etc.

Outro procedimento relevante no Direito de Familia Internacional é o reconhecimento de paternidade, onde um brasileiro persegue o reconhecimento de sua afiliação de um estrangeiro.

Pedidos de reconhecimento de união estável também tem sido fortemente amparados no Direito de Familia Internacional, muitas vezes por conta de relacionamentos não regulares mantidos no exterior e que demandam de proteção legal para garantir direitos, inclusive de residência no exterior.

Processos de testamento de estrangeiros falecidos, pleitos acerca de direitos sobre herança e bens situados no exterior, disputa de espólio com outros herdeiros, tem exigido grande perspicácia de advogados especializados no direito internacional de familia.

Finalmente, temos os procedimentos mais sensíveis e que demandam um empenho e conhecimento extenso dos profissionais do ramo do direito de familia internacional – as Disputas Internacionais sobre guarda de crianças, a Busca e Apreensão de menor no exterior e o sequestro (por parentes) de menores para o exterior.

O advogado especializado na area do direito de família internacional tem se tornado o principal agente de promoção de atos no estrangeiros visando a proteção da familia e o respaldo as relações familiares internacionais.

Especialista em Direito Internacional, Dr. Maurício Ejchel atua há mais de 20 anos como advogado internacional, conselheiro jurídico e consultor de empresas estrangeiras e nacionais. Bacharel em Direito formado pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1994), foi admitido a Ordem dos Advogados do Brasil (1995) tendo posteriormente cursado, dentre outros, o General Course of Public International Law na “The Hague Academy of International Law” (1999) e o Programa ILJ International Legal Theory na “New York University Law School (NYU) – LLM Estrangeiro” (2002). Administra dinâmico escritório de advocacia empresarial em São Paulo fundado em 1996, gerindo grande volume de processos, tendo o escritório expandido a operar também nos Estados Unidos (2013), Colômbia (2014), Portugal e Panamá (2016).

 

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Green Card com Visto Americano Religioso

Como obter o Green Card com Visto Americano Religioso (Green Card for a Religious Worker – Minister or Nonminister).

Quando um religioso prentende imigrar para os Estados Unidos com base num Visto Americano Religioso, o Governo Americano analisará o candidato segundo os seguintes critérios de admissibilidade:

1 – Ser membro de uma Ordem Religiosa de Boa-Fé e sem fins lucrativos, pelo tempo mínimo de 02 (dois) anos anteriores ao pedido de Greencard com Visto Religioso Americano.

2 – Ter trabalhado continuamente em serviços religiosos nos últimos 02 (dois) anos prévios ao pedido do Visto R1 em alguma das seguintes ocupações:

A – Como Ministro Religioso em Congregação de Fé, seja em ocupação profissional ou não profissional, independente da linha religiosa praticada. (ex.: Padre, Rabino, Imã, Pastor, outros)

B – Em uma ocupação religiosa de caráter profissional ou não profissional, em uma Congregação de Fé notória e de tradição religiosa definida. (ex.: Missionário, Sacristão, Capelão, outros)

Além disso, será necessário justificar qual espécie de serviço religioso irá ser praticado nos Estados Unidos.

Também será obrigatória a apresentação de uma Carta de Recomendação para verificação do aplicante, impressa em papel timbrado, indicando o seu salário e cargo atualmente exercido.

Um ponto importante será demonstrar que, caso seja necessário o retorno voluntário ou invonluntário ao Brasil, a posição ou cargo anteriormente ocupado ainda estará disponível no Brasil, e,

C – Com pretensão de imigrar aos Estados Unidos exclusivamente para realizar a ocupação religiosa informada quando do pedido do Visto R1, ou seja, o único trabalho remunerado que será permitido é o que deu base ao pedido de Visto R, sem exceção.

Enquadrando-se nestas características, o religioso poderá imigrar com base no Visto R1 e o Green Card, o que, dentro dos limites previamente estabelecidos ao portador de visto R1, conferirá pleno direito de residir, laborar e viver nos Estados Unidos.

Quando o pedido de aplicação for recebido e chancelado nos Estados Unidos, já será permitido solicitar o Visto Americano Religioso.

Os cônjuges e filhos com menos de 21 anos que acompanharão o portador do Visto Americano Religioso (R1) aos Estados Unidos também deverão solicitar um visto derivado distinto, o Visto R-2.

Para maiores informações acesse http://www.internationallawyerbrazil.com

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E para a Uber, o que muda?

E para a Uber, o que muda?

Como amplamente divulgado, a aprovação do Projeto de Lei n. 421/2015 que regulamentou os serviços de transporte privados por aplicativo em São Paulo, trouxe uma série de determinações legais para operação dos serviços, aplicadas não só aos motoristas mas também as “Operadoras de Tecnologia de Transporte Credenciadas” – “OTTC“(Serviços de E-hailing – Uber, Cabify, outras).

Doravante as OTTC´s, terão a obrigação de se credenciar perante o Poder Público Municipal mediante o pagamento de uma taxa mensal ou anual.

Esta taxa de credenciamento municipal ainda não está valorada, mas a legislação já indicou como parâmetro a cobrança de valores embasados nos princípios da razoabilidade e proporcionalidade à prestação dos serviços.

Além disto, por seus seviços, as OTTC´s não poderão cobrar dos motoristas um percentual superior a 15% do valor da viagem, incluído as despesas públicas que passarão a ter de arcar pelo seu credenciamento a intermediação dos serviços.

No seu Art. 4º , a legislação proibiu as OTTCs credenciadas de exigirem exclusividade dos motoristas na utilização de sua plataforma, conferindo liberdade operacional aos mesmos.

Trouxe a obrigação de pré-cadastrar os veículos e os motoristas prestadores dos serviços e de emitir um recibo eletrônico para o passageiro com as informações da origem e destino da viagem, o tempo total e distância da viagem, o mapa do trajeto percorrido, a especificação dos itens do preço total pago e a identificação do motorista.

Interessante observar  o item VIII do mesmo Art. 4º que determinam que as OTTCs deverão garantir a confidencialidade e a proteção das informações pessoais, financeiras e bancárias dos passageiros.

Sob uma ótica progressista, os dados acima referidos tem um grande valor mercadológico (informações pessoais do passageiro) e de segurança (dados financeiros e bancários). Ora, o controle destes elementos era absolutamente livre e não regulamentado, representando um grande risco ao passageiro.

No Art. 5º da Legislação, o Ente Municipal,  no exercício de suas funções precípuas de controlar a utilização do espaço público e de ordenar a exploração viária urbana, determinou também que as OTTCs exijam de seus motoristas os seguintes requisitos mínimos:

I – Possuir carteira profissional de habilitação com autorização para exercer atividade remunerada;

II – Possuir CONDUTAX (Cadastro Municipal de Condutores de Táxi) ou cadastro similar emitido pelas OTTC´s;

III – Não possuir antecedentes criminais;

IV – Comprovar aprovação em curso de formação ministrado pelas operadoras ou pelos Centros de Treinamento credenciados junto ao Poder Público Municipal, sempre observado o conteúdo mínimo definido pela Prefeitura;

V – Comprovar contratação de seguro;

VI – Comprometer-se a prestar os serviços única e exclusivamente por meio de OTTCs;

VII – Operar veículo motorizado com tempo de fabricação máximo estabelecido pelo Poder Público Municipal;

VIII – Operar veículo motorizado licenciado e emplacado no Município de São Paulo;

§1º Caberá ao Poder Executivo Municipal especificar, em regulamentação específica, os termos dos itens II, IV, V e VII deste artigo.

§2º Fica vedada a utilização de veículos de qualquer locadora nos serviços de transporte individual de utilidade pública.

E, segue a PL 421/15 em seu Art. 6º determinando que as OTTC´s deverão descadastrar os motoristas que,:

I – Receberem avaliações negativas recorrentes dos passageiros;

II – Cometerem delitos ou infrações criminais;

III – Forem flagrados dirigindo sob efeito de álcool e entorpecentes.

Em complemento, veio a obrigação de utilização de veículos com no máximo 05 (anos) para de uso para motoristas cadastrados nos aplicativos até Julho de 2017 e 07 (sete) anos de uso para os motoristas cadastrados a partir de então.

Como toda legislação, para se fazer cumprir, foram previstas sanções a infrações, aplicaveis a serviços prestados de modo clandestino, sem credenciamento, cadastro ou autorização.

A fiscalização municipal será realizada através de todos os meios físicos, eletrônicos, digitais ou outros idôneos de fiscalização, incluindo o livre acesso às dependências e às informações dos destinatários da ação fiscalizatória.

Ainda no âmbito da fiscalização, o Art. 19 prevê que a responsabilidade das pessoas jurídicas não exclui a das pessoas físicas, autoras, coautoras ou partícipes do mesmo fato, incluindo, mas não se limitando, os agentes e representantes legais ou contratuais que agiram no interesse ou benefício da entidade, indicando as punicões de (I) advertência, (II) multa, (III) suspensão do credenciamento ou do cadastramento; e (IV) descredenciamento ou descadastramento.

A legislação indica que o valor da multa será no importe mínimo (atualizável) de R$ 2.500,00 (dois mil e quinhentos reais) e no máximo o valor correspondente a 1% da somatória do valor total pago nas corridas feitas peia OTTC nos 12 meses anteriores à data da infração.

Reitera-se que diferentemente da informação ventilada, esta multa é aplicável as OTTCs e não ao motorista.

A leitura atenta da da PL n. 421/2015 mostra uma legislação moderna, equilibrada, flexível, embasada na segurança e na proteção da relação das partes atingidas.

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Tributação Internacional na Saída Definitiva do Brasil

NTERNAC

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DIREITO INTERNACIONAL – A LEI AMERICANA E A DETENÇÃO PELA IMIGRAÇÃO

O DIREITO INTERNACIONAL – A LEI AMERICANA E A DETENÇÃO PELA IMIGRAÇÃO.

Notícias recentes veiculadas na mídia nacional dão conta de que crianças e menores brasileiros tem sido detidos ao chegar aos Estados Unidos e submetidos a custódia do Governo Americano.

O presente artigo traz uma visão detalhada de um advogado especialista em direito internacional sobre o Sistema Americano de Controle de Fronteira, o processo de detenção nos Estados Unidos, a estrutura estatal e legislação que respalda o processo de admissão nos Estaudos Unidos.

“A população americana ficou estarrecida com o atentado terrorista de Oklahoma City (1995) perpetrado por Timothy McVeight que explodiu um Edifício Federal matando 168 pessoas e deixando 511 feridos.”

Em decorrência deste ataque o Presidente Bill Clinton assinou a Lei Antiterrorismo e Efetiva Penal de Morte de 1996 – “Antiterrorism and Effective Death Penalty Act of 1996” (AEDPA) e a Reforma da Lei de Imigração Ilegal e Atos de Responsabilidade de Imigrantes de 1996 – “Illegal Immigration Reform and Immigrant Responsibility Act of 1996” (IIRIRA), as quais estabeleceram os novos procedimentos e diretrizes do Sistema de Controle de Fronteiras e de Imigração aos Estados Unidos.

Os dispositivos legais trazidos pela IIRIRA geraram mudanças radicais nas leis de imigração, eliminando os principais meios de defesa contra a deportação e ampliando o número de imigrantes (inclusive residentes permanentes legais) sujeitos a detenção e deportação.

Este Sistema foi novamente reforçado por conta de uma parceria firmada entre o Governo Federal e a empresa de prisão privada “CCA” (Corrections Corporation of America) para a gestão de Centros de Detenção de Imigrantes.

A nova legislação dotou a Agência de Proteção Aduaneira e de Fronteira – CBP (U. S. Customs and Border Protection) com recursos, sistemas de vigilância e pessoal o que levou a intensificação do controle de documentação e trato com estrangeiros (legais e ilegais) adentrando o país.

A CBP foi investida de Poder Discricionário quanto a gestão aduaneira, o que levou a um controle mais eficiente para impedir a entrada de imigrantes ilegais, terroristas, drogas e infratores no território americano.

CRIANÇAS E MENORES DESACOMPANHADOS (UAC)

Criança estrangeira desacompanhada ou “Unaccompanied Alien Child” (UAC) é o termo técnico utilizado nos Estados Unidos para definir uma criança que:

(A) não tem status de imigrante legal nos Estados Unidos;

(B) não tenha completado 18 anos de idade;

(C) que se apresente nas seguintes condições (i) não tenha pai ou responsável legal nos Estados Unidos; ou (ii) nenhum pai ou tutor legal nos Estados Unidos está disponível para oferecer cuidados e custódia física da criança.

“Devido à sua vulnerabilidade, esses jovens migrantes recebem proteções sob a lei dos EUA”.

Os Estados Unidos são signatários da Convenção das Nações Unidas sobre o Estatuto dos Refugiados adotada em 28 de julho de 1951.

A Convenção consolidou prévios instrumentos legais internacionais relativos aos refugiados a nível internacional, estabelecendo os padrões básicos para o tratamento de refugiados, sem, no entanto, impor limites para que os Estados possam desenvolver seus sistemas de trato com refugiados.

Os países signatários se comprometeram a não adotarem procedimentos discriminatórios em virtude de raça, religião, sexo e país de origem, bem como de proteger crianças e menores desacompanhados.

Em 2008 uma nova legislação americana (TVPRA) foi assinada pelo Presidente Bush especificamente para regulamentar o tratamento estatal a ser conferido a crianças e menores não acompanhados apreendidos pelos Agentes de Fronteira.

O TVPRA levou a criação de procedimentos para assegurar que crianças não acompanhadas não venham a ser deportadas (impedidas de entrar no país), mas somente repatriadas com a garantia de sua segurança em seu país de origem.

Esta legislação determinou ainda que o Estado Norte-Americano deverá tutelar os menores desacompanhados e protegê-los de riscos diversos, principalmente do tráfico de seres humanos.

Um elemento que distingue substancialmente a legislação americana da brasileira é o processo legal na lida com menores de idade.

Enquanto a legislação brasileira diferencia o menor do adulto (consoante o Estatuto da Criança e do Adolescente), os Estados Unidos autorizam via legislação especial a detenção de menores estrangeiros não acompanhados.

Estes menores identificados pelo Departamento de Homeland Security (DHS) são detidos e transferidos para Centros de Detenção de Imigrantes (ICE) dentro do prazo máximo de 72 horas de contados da sua apreensão.

Neste momento, o Departamento de Saúde e Serviços Humanos – Department of Health and Human Services (HHS) procede com a análise da situação, apurando se o caso tem elementos que caracterizam tráfico de menores, ou se referem-se a pleitos de refúgio, asilo, ou ainda imigração ilegal, se modo a adequar a propositura de um processo formal em face do menor perante uma Corte de Imigração.

Em seguida, o HHS passa a gerir a custódia e guarda da criança até que esta possa ser liberada a um membro da família ou a organizações não-governamentais, enquanto o processos judicial é analisado na Corte de Imigração.

Neste ínterim o HHS assume a custódia estatal da criança em um ambiente menos restritivo possível ao bem-estar da criança, inclusive em “lares adotivos” subsidiados pelo Estado.

No verão de 2014 o Departamento de Justiça, que abriga os Tribunais de Imigração, adotou uma nova política priorizando os processos imigratórios envolvendo menores e determinando que os Tribunais de Imigração priorizem as audiências realizem a Audiência preliminar dentro do prazo limite de 21 dias contados do protocolo do processo junto a Corte.

Cumpre inferir que menores detidos podem ser liberados sob custódia de:

(1) um pai;

(2) um tutor legal;

(3) um parente adulto;

(4) um indivíduo adulto ou entidade designada pelo pai da criança ou responsável legal;

(5) um programa licenciado disposto a aceitar a custódia legal; ou

(6) um adulto ou entidade aprovado pelo Estado.

CENTROS DE DETENÇÃO DE IMIGRANTES (ICE)

Existem mais de 180 Centros de Detenção de Imigrantes (ICE) nos Estados Unidos, normalmente localizados em regiões distantes das principais cidades.

Alguns centros abrigam milhares de detidos que são compartilhados indistintamente por estrangeiros com antecedentes criminais com outros sem antecedentes registrados.

Estes Centros de Detenção (ICE) possuem uma série de características que os tornam similares a prisões, sendo certo que os estrangeiros irregulares não são comunicado por quanto tempo serão detidos. Todos os detidos são igualmente tratados em todo os EUA, independentemente das razões de sua detenção. O detido pode ser transportado para um ICE algemado, recebendo uniforme e sendo vigiado, sem direito a movimentar-se livremente.

Um grande debate nacional tem sido travado nos Estados Unidos em relação aos ICE´s em função de reiterado casos de morte de imigrantes ilegais, falta de cuidados médicos, violência física, abuso sexual, condições insalubres, falta de água ou alimentos e punições severas, dentre outros.

Cumpre recordar todo estrangeiro irregular que seja recolhido a um ICE tem o direito de comunicar-se com pessoas de fora do Centro de Detenção. Este processo é difícil e custoso e poucos ICE fornecem telefones, sendo que aqueles que permitem limitam as chamadas a cobrar. Cada centro de detenção predefinidos para contato com a família, amigos e advogado.

E foi justamente com base na atual política aduaneira Norte-Americana que as brasileiras viajando desacompanhadas foram detidas e levadas em um ICE sob tutela do Estado Norte-americano até serem liberadas para retornarem ao Brasil.

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PASSAPORTE APREENDIDO PELO JUIZ

Ter o seu Passaporte apreendido por determinação de um Juiz já é uma realidade no Brasil.

Políticos e investigados na Lava-Jato tem os seus Passaportes apreendidos como ordem de cautela, justamente para evitar a fuga do país.

Agora, a ordem de apreensão de Passaportes tem sua aplicação ampliada, justamente para incrementar os mecanismos de execuções judiciais.

Empresários em débito, devedores de pensão alimentícia, dentre outras contravenções criminais, passaram a sujeitar os seus autores a ter o seu Passaporte apreendido.

As recentes decisões judiciais estão se fundamentando no 139. O inciso IV, o qual permite ao juiz “determinar todas as medidas indutivas, coercitivas, mandamentais ou sub-rogatórias necessárias para assegurar o cumprimento de ordem judicial”.

Porém, a retenção do Passaporte é tida como uma medida excepcional, normalmente aplicada após o esgotamento dos meios tradicionais de satisfação do débito como, a exemplo, havendo indícios que o devedor usou de “blindagem patrimonial” para não sofrer execuções.

O risco de fuga do país também justifica a ordem judicial de apreensão do Passaporte, sempre recordando que esta medida pode se estender à aprensão de CNH (Carteira de Motoristas).

Devedores de pensão alimentícia que apresentam indicativos de riqueza, como viagens internacionais, tem sido punidos com a apreensão do documento, novamente como medida a impor o pagamento da pensão.

A CONVENÇÃO DE HAIA  E ORDENS INTERNACIONAIS DETERMINANDO APREENSÃO DE PASSAPORTES:

A retenção de passaportes também decorre como medida oriunda de Disputas Judicial Internacionais.

Exitem casos de alta repercusão onde se determina aapreensão de passaporte, como nos casos dos membros do Comitê da FIFA que são processados por corrupção em diversos países.

Ou ainda, de Joesley Batista que irá depor e entregar seu passaporte à Justiça Federal na próxima segunda-feira (22).

Um caso recente ocorreu no Brasil, no caso da brasileira que fugiu da Suécia com os filhos menores para o Brasil.

Uma Juíza de São Paulo determinou a apreensão dos Passaportes da brasileira e dos filhos menores, de modo a impedi-los de se ausentarem do território nacional.

Neste caso, a Segunda Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região, assim decidiu:

Ementa: PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO DE INSTRUMENTO. DIREITO INTERNACIONAL. BUSCA E APREENSÃO. MENORES. REPATRIAÇÃO. CONVENÇÃO DE HAIA SOBRE OS ASPECTOS CIVIS DO SEQUESTRO INTERNACIONAL DE CRIANÇAS. APREENSÃO DE PASSAPORTES. RISCO DE FUGA INEXISTENTE. PRINCÍPIO DO MELHOR INTERESSE DO MENOR. LIMITAÇÃO AO DIREITO DE IR E VIR. ART. XVCF/88. VIOLAÇÃO.

1. A ação principal, movida pela União em face da agravante, objetiva a busca e apreensão dos menores L.T.B. e I.T.B, de nacionalidade brasileira e sueca, afim de que com as cautelas necessárias, sejam entregues a representantes do Estado sueco, pois teria a agravante violado a Convenção de Haia sobre os Aspectos Civis do Sequestro Internacional de Crianças, posto que os menores foram deslocados pela genitora, ora agravante, do local habitual de residência – Suécia – e trazidos e retidos supostamente de forma ilegal para o Brasil.

2. Deflui-se dos autos que as crianças tinham regular residência na Suécia, tendo sido determinado pelo Poder Judiciário daquele país que os genitores usufruíssem da guarda compartilhada das crianças, sendo notório que a transferência dos menores para o Brasil inviabiliza o compartilhamento da guarda, cerceando direitos garantidos pelo Judiciário alienígena ao genitor.

3. Relatados nos autos excessos comportamentais cometidos pelo genitor em face da agravante e dos menores, a Agravante decidiu por voltar ao Brasil com os filhos, visando um melhor convívio familiar, longe de destemperos e agressões.

4. Enquanto se discute nos autos principais o retorno ou não dos menores ao velho continente, bem agiu o MM. Juíza singular em determinar a apreensão dos passaportes da agravante e dos menores, de modo a impedi-los de se ausentarem do território nacional.

5. Verifica-se pelos documentos que acompanharam os autos que o núcleo familiar possui fortes vínculos no país, tendo a agravante emprego e residência fixa, desde que retornou da Suécia com seus filhos em dezembro de 2011. 6. Os documentos demonstram que os menores estão devidamente matriculados em instituição renomada de ensino, possuindo bom desempenho escolar e exercendo atividades que demonstram já estarem bem adaptadas à vida no Brasil. Da mesma forma, demonstram que os menores estão sob cuidados de médicos, dentistas e psicólogos na região de moradia do núcleo familiar. 7. Relata a agravante que o genitor possui contato com os filhos por meio da internet e sabe onde residem, tendo visitado o local enquanto casados. 8. Não há, portanto, qualquer indício de que, com vida bem enraizada no país, a Agravante planeje ausentar-se do território nacional com seus filhos, empreendendo fuga. 9. A determinação de apreensão dos passaportes da agravante e dos menores, de modo a impedi-los de se ausentarem do território nacional, é medida mais que suficiente no presente caso a assegurar eventual direito do genitor residente na Suécia, atendendo também ao princípio do melhor interesse da criança. 10. Limitar a locomoção do núcleo familiar à região metropolitana da Grande São Paulo é cercear o direito constitucional de ir e vir, garantido no artigo XV, da Carta Magna. 11. Agravo provido

Decisão: Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a Egrégia Segunda Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região, por unanimidade, dar provimento ao agravo de instrumento, nos termos do relatório e voto que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.

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Extradition: An Unprecedented Court Ruling May Lead a Brazilian to Life Sentence

After the execution, she would have fled to Brazil, where she spent nine years in freedom until being arrested in April, 2016.

The Brazilian Authorities does not assume that she committed the crime, but she became the main suspect for having fled to Brazil in the same day the husband was murdered, for having bought a weapon equal to the one that made the shots and learned to shoot two days before the crime.

She would also have transferred her husband’s money to her account.

Arrested since April, Claudia granted an interview where she did not confess of being the perpetrator of the crime, but said she suffered domestic violence.

Claudia also claimed that her husband had force her to have three miscarriages because he did not want children. 
Every woman dreams to have a prince, imagine if it was not my dream either. A tall, handsome man that every woman wants to marry”. (…) “I was forty years old and desperate to marry and have kids”, but, “He treated me like a prostitute”.

“I was not treated as a wife and he was not giving me the right to be a mother. Every time I got pregnant I had to have an abortion. I got pregnant three times (…).” 

“The abuse led me to two suicide attempts and I was hospitalized in an asylum” she said.

Claudia explained that being forced to make the third abortion was the “fuse”, but without stating that she committed the crime.

Loss of nationality

Claudia became a naturalized US citizen in 1999 and her case went to the Brazilian Federal Supreme Court who understands that when she naturalized automatically renounced to her Brazilian nationality, according to the terms of Article 12, Paragraph 4, item II, of the Brazilian Federal Constitution, that states: 

Paragraph 4 – It will be declared the loss of the nationality of a Brazilian who:

II – Acquire another nationality by voluntary naturalization “.

According to the Federal Public Prosecutor, Claudia was not imposed to the US citizenship to remain in the US or to exercise civil rights.

“On the contrary, the naturalization was acquired to let her work as an accountant in US”, which led to it on September 28, 1999. 

The center of the legal decision of the Brazilian Court regarded about the procedure for the naturalization oath to the United States of America, were the petitioner states that:

Naturalization Oath of Allegiance to the United States of America

Oath

“I hereby declare, on oath, that I absolutely and entirely renounce and abjure all allegiance and fidelity to any foreign prince, potentate, state, or sovereignty, of whom or which I have heretofore been a subject or citizen; that I will support and defend the Constitution and laws of the United States of America against all enemies, foreign and domestic; that I will bear true faith and allegiance to the same; that I will bear arms on behalf of the United States when required by the law; that I will perform noncombatant service in the Armed Forces of the United States when required by the law; that I will perform work of national importance under civilian direction when required by the law; and that I take this obligation freely, without any mental reservation or purpose of evasion; so help me God.”

On July 4, 2013, a decree of the Ministry of Justice declared that she had lost her Brazilian nationality and, on July 1, 2007, a request for Habeas Corpus made by Claudia’s defense was denied by the Brazilian Federal Supreme Court.

In April of that year, Karl’s brother Paul Hoerig said in an interview with a major Brazilian broadcast that Claudia’s extradition will be a big leap for both countries, and especially for family and friends, who seek justice for the death of Karl. 

He says it was never clear why this process took so long, since Claudia resigned from her Brazilian citizenship and naturalized American in 1999.

We all want justice and believe that no one wants a murderer living free. This is a victory for the honest citizens of Brazil” .

Claudia is been held in a penitentiary in Brasília (DF) since April waiting for her extradition.

ABOUT THE AUTHOR: Expert in international law, Dr. Maurício Ejchel has been operating for 20 years as a lawyer, legal adviser and foreign and domestic companies consultant. Bachelor of Law graduated from the Pontifical Catholic University of São Paulo (1994), was admitted to the Bar Association of Brazil (1995) and later attended, among others, the General Course of Public International Law in “The Hague Academy of International Law” (1999) and the ILJ International Legal Theory”New York University Law School (NYU) – LLM Alien” (2002).

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Compliance e ISO 37.001 – Norma Anticorrupção e Suborno

A Norma ISO 37.001 – referida como Norma Anticorrupção e Suborno surge para resgatar a moralidade, criando um mecanismo para empresas lutarem contra a corrupção (ações anticorrupção) e se tornarem integras e tranparentes em suas relações comerciais.

Imagine uma empresa tradicional e que emprega centenas de funcionárias ser acusada de praticar atos de suborno à membros do Governo, visando benefícios de modo impróprio.

Certamente a empresa será processada nos termos da Lei e, se condenada, sofrerá as sanções correspondentes.

Porém, em determinado momento futuro, a empresa cumpre as penas aplicadas,  seja por meio de acordos, pagamento de indenizações e multas, cumprimento de pena ou outros, permitindo a retomar as suas atividades, recuperar a sua credibilidades e resgatar um dos seus principais ativos: O valor de sua marca.

Daí surgiu a Norma ISO 13,001:16, que é uma normatização internacional que prescreve como aplicar um sistema que venha a apoiar as organizações a combater o suborno, por meio de uma cultura de integridade, transparência e conformidade com as leis e regulamentações aplicáveis, através dos seus requisitos, políticas, procedimentos e controles adequados para lidar com os riscos de suborno.

A ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) instalou em Setembro/16, a Comissão de Estudo Especial Antissuborno (ABNT/CEE-278), que começou a trabalhar para a adoção da ISO 37001 como Norma Brasileira (futura ABNT NBR ISO 37001– Sistemas de Gestão Antissuborno), tendo a norma sido aprovada e implementada em Março de 2017.

Como exemplo, faço referência a empresa alemã Siemens, que recuperou a sua idoneidade implementando um severo programa de compliance, de modo a garantir a sociedade que doravante não praticará atos de suborno ou corrupção.

A implantação de um sistema de gestão antisuborno se inicia com o empoderamento de um “Compliance Officer”, que é um profissional vinculado a área jurídica, financeira ou de recursos humanos ou ainda um prestador de serviços autônomo e externo (mais recomendável).

Este Compliance Officer será o responsavel pela implantação de um Código de Ética, de uma Política de Normas de Conduta e de treinamentos visando disseminar uma cultura ética aos empregados da empresa, indicando claramente o que não pode ser feito, como dar presentes a clientes,  oferecer regalias, benefícios ou qualquer outro benefício que possa vir a ser considerado como irregular ou ato de corrupção.

Também são disseminados principios de não aceitar propina (ex. de um fornecedor), valendo tais práticas para todos os níveis hierárquicos da empresa, sem exceção.

Uma vez estabelecida a função do Compliance Officer, profissional de postura ilibada e independente, se inicia o processo de certificação ISO 37001.

Consitui-se então, um Sistema de Gestão Antisuborno (SGA), estruturado por meio de um programa de auditorias com a seguinte dinâmica:

  • Auditoria inicial de certificação em dois estágios (Due Diligence)
  • Uma auditoria de monitoramento durante o primeiro ano
  • Nova auditoria de monitoramento durante o segundo ano
  • E, uma auditoria de renovação da certificação no terceiro ano.

A auditoria se inicia por uma Due-Diligence  de todas as práticas da empresa, da politica de bônus, pagamento de comissões, cotações com fornecedores, dentre outros previstos em norma.

Segue-se com uma analise dos empregados em postos da empresa sujeitos em um maior grau de exposição, como aquelas que lidam com concorrencias publicas, obras governamentais, com pessoas e empresas terceirizadas etc.

Então as “Matrizes de Risco” são estabelecidas, indicando as praticas que deverão ser adotadas pela empresa, as medidas de prevenção, um canal de queixas e denuncias (hot-line, caixa de sugestões) permitindo aos empregados monitorarem e comunicaream a direção da empresa de qualquer prática anti-ética sem risco de sofrer represália, seguindo-se com um regular monitoramento destas praticas e da eficácia do Sistema de Gestçao.

Conclui-se, portanto que a solução para a retomada da credibilidade de uma empresa é a obtenção de certificação do Sistema de Gestão Antissuborno conforme ISO 37001  e correspondente implementação (total ou em parte) de um “Programa de Integridade” em estrito COMPLIANCE com a legislação disposta no Decreto 8420/2015, que regulamenta a Lei 12846/2013 (conhecida como “lei anti-corrupção”).

 

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